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Rubéola

Também conhecido como:

  • Sorologia para Rubéola
  • Rubéola IgG e IgM 
  • Anticorpos Anti-Rubéola: 
  • Pesquisa de Rubéola por PCR

Amostra:
Amostra de sangue.

É necessária alguma preparação?
Não.

Por que fazer este exame?
Para detectar níveis de anticorpos na suspeita de rubéola, especialmente na população não vacinada e em contexto de gravidez.

O que está sendo pesquisado?

Está sendo pesquisada a sorologia para a rubéola, ou seja, a presença de anticorpos IgM e IgG no soro de pacientes que já tiveram contato com o vírus causador da doença, tanto através da vacina, quanto através de infecção. A presença de IgM pode indicar o contato recente com o vírus, enquanto que os anticorpos IgG revelam uma resposta imunológica mais robusta e mais duradoura.

A rubéola é caracterizada por febre, coriza, conjuntivite, linfonodomegalia cervical, dor articular e exantema maculopapular, sintomas que podem aparecer em quadros gripais causados por outros vírus.  

O quadro mais grave causado por esse vírus acontece quando uma gestante, especialmente não vacinada, adquire a infecção, que pode ser transmitida para o feto intraútero. Se isso ocorrer, podem ocorrer a morte fetal e a síndrome da rubéola congênita, caracterizada por deficiência cognitiva, surdez, catarata e cardiopatia.

Perguntas Frequentes

A presença de IgG no sangue indica o contato prévio com o vírus da rubéola, seja via infecção, seja através da vacina de vírus atenuado. Entretanto, até os 06 meses de idade, indica a passagem de anticorpos maternos através do útero e leite materno em bebês.

Já a presença de IgM revela contato recente com o vírus, tanto em adultos não vacinados, quanto em neonatos, uma vez que ele não ultrapassa a placenta durante a gestação.

No Brasil, as vacinas contra o vírus da rubéola são disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde a partir de 12 meses de idade. Contudo, caso uma gestante não tenha sido vacinada, ela deve esperar a gestação terminar, uma vez que a vacina é feita a partir do vírus atenuado.

Revisado em 29/03/2026 por seu Caio Pupin Rosa.

Fontes do Artigo

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Ações Estratégicas de Epidemiologia e Vigilância em Saúde e Ambiente. Guia de vigilância em saúde : volume 1 [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Departamento de Ações Estratégicas de Epidemiologia e Vigilância em Saúde e Ambiente.– 6. ed. rev. – Brasília : Ministério da Saúde, 2024.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES (SBIM). https://sbim.org.br/calendario-de-vacinacao. 2026.