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Este artigo foi modificado pela última vez em 29 de Novembro de 2019.
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Sobre Doenças hepáticas
  • Sinais e sintomas

    Doenças hepáticas iniciais podem não causar sintomas, ou os sintomas podem ser vagos, como cansaço e falta de energia. Em doenças hepáticas agudas são comuns sintomas relacionados com problemas no processamento da bilirrubina, como pele e olhos amarelados (icterícia), urina escura e fezes claras, junto com perda do apetite, náuseas, vômitos e diarreia. Doenças hepáticas crônicas podem provocar icterícia, urina escura, aumento do abdome (devido a ascite), prurido, perda ou ganho de peso sem razão aparente e dor abdominal. Os sintomas podem não ser evidentes até que a doença atinja um estágio avançado.

  • Exames

    Exames laboratoriais

    Os objetivos dos exames são detectar lesão hepática, avaliar sua gravidade, diagnosticar a causa e monitorar a evolução. Triagem e detecção precoce são importantes, porque pode ocorrer lesão hepática significativa com sintomas escassos ou ausentes. O diagnóstico da causa orienta o tratamento. O fígado com frequência é capaz de reparar lesões e resolver a inflamação, mas problemas que provocam obstrução biliar ou fibrose podem resultar em lesões permanentes e progressivas.

    Triagem, detecção e monitoração

    As rotinas de triagem incluem diversos exames que avaliam o fígado. Eles podem ser pedidos como um hepatograma, quando alguém tem sintomas sugestivos ou risco de doença hepática.

    Diagnóstico e monitoração

    Exames não laboratoriais

    • Ultrassonografia
    • Tomografia computadorizada
    • Ressonância magnética
    • Colangiopancreatografia com ressonância magnética
    • Colangiografia percutânea trans-hepática
    • Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica
  • Tratamento

    A prevenção é o melhor tratamento para doenças hepáticas. Existem vacinas para hepatites A e B, e muitos casos de hepatites podem ser evitados não adotando comportamentos de risco. Embora a inflamação hepática possa se resolver com o tempo, a lesão pode também ser permanente. O tratamento consiste em proteger a função remanescente, levando em conta a causa. Pode variar do uso de medicamentos a cirurgias e, em casos graves, transplante hepático. Pacientes com diagnóstico de doenças hepáticas geralmente precisam de acompanhamento a longo prazo.