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Este artigo foi revisto pela última vez em 27 de Outubro de 2008.
Este artigo foi modificado pela última vez em 24 de Maio de 2019.
Também conhecido como:
Amostra:
Amostra de sangue.
É necessária alguma preparação?
Não.
Por que fazer este exame?
Para detectar níveis de anticorpos na suspeita de rubéola, especialmente na população não vacinada e em contexto de gravidez.
O que está sendo pesquisado?
Está sendo pesquisada a sorologia para a rubéola, ou seja, a presença de anticorpos IgM e IgG no soro de pacientes que já tiveram contato com o vírus causador da doença, tanto através da vacina, quanto através de infecção. A presença de IgM pode indicar o contato recente com o vírus, enquanto que os anticorpos IgG revelam uma resposta imunológica mais robusta e mais duradoura.
A rubéola é caracterizada por febre, coriza, conjuntivite, linfonodomegalia cervical, dor articular e exantema maculopapular, sintomas que podem aparecer em quadros gripais causados por outros vírus.
O quadro mais grave causado por esse vírus acontece quando uma gestante, especialmente não vacinada, adquire a infecção, que pode ser transmitida para o feto intraútero. Se isso ocorrer, podem ocorrer a morte fetal e a síndrome da rubéola congênita, caracterizada por deficiência cognitiva, surdez, catarata e cardiopatia.
A presença de IgG no sangue indica o contato prévio com o vírus da rubéola, seja via infecção, seja através da vacina de vírus atenuado. Entretanto, até os 06 meses de idade, indica a passagem de anticorpos maternos através do útero e leite materno em bebês.
Já a presença de IgM revela contato recente com o vírus, tanto em adultos não vacinados, quanto em neonatos, uma vez que ele não ultrapassa a placenta durante a gestação.
No Brasil, as vacinas contra o vírus da rubéola são disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde a partir de 12 meses de idade. Contudo, caso uma gestante não tenha sido vacinada, ela deve esperar a gestação terminar, uma vez que a vacina é feita a partir do vírus atenuado.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Ações Estratégicas de Epidemiologia e Vigilância em Saúde e Ambiente. Guia de vigilância em saúde : volume 1 [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Departamento de Ações Estratégicas de Epidemiologia e Vigilância em Saúde e Ambiente.– 6. ed. rev. – Brasília : Ministério da Saúde, 2024.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES (SBIM). https://sbim.org.br/calendario-de-vacinacao. 2026.